A Casa mais cara do Mundo
novembro 18th, 2011 by blogevendasConheça a residência indiana de R$ 1,7 bilhão, considerada a casa mais cara do mundo.
Conheça a residência indiana de R$ 1,7 bilhão, considerada a casa mais cara do mundo.
O preço do metro quadrado nunca esteve tão alto. Segundo o índice FipeZap, nos últimos 12 meses, o preço de venda dos imóveis em São Paulo subiu 28,8%. No Rio de Janeiro o aumento foi de 41,4% e Recife viu uma valorização de 30,4%. A alta no valor das unidades e a quantidade de lançamentos levantam dúvidas sobre a real demanda para os novos empreendimentos. É prudente comprar um imóvel agora ou vale a pena esperar? Os preços vão cair?
O Casa.com.br ouviu especialistas em finanças e no mercado imobiliário. “Não estamos vivendo uma bolha; isso só aconteceria se os preços subissem de maneira artificial ou houvesse uma demanda artificial. Ainda não é o caso”, afirma o professor João da Rocha Lima Jr, do Núcleo de Real Estates do Instituto Politécnico da USP. Demanda artificial acontece quando um número grande de imóveis é comprado por pessoas que tem um único interesse: esperar um preço mais caro no futuro para vender. Sem intenção de uso. “Pode até haver risco de bolha em mercados e produtos específicos. Mas não de forma generalizada”. O conceito de bolha ficou conhecido por conta da crise norte americana, mas segundo o professor, mesmo nos EUA, em 2008, não houve uma bolha imobiliária generalizada. “Em cidades da Flórida a bolha era clara. Mas em Houston não teve bolha alguma”, diz ele.
Crédito no Brasil versus Crédito nos Estados Unidos
Não se discute, no entanto, os estragos que a bolha americana (mesmo não generalizada) causou. Felizmente, de acordo com a professora Ana Maria Castelo, da FGV, o Brasil está num momento de franco desenvolvimento imobiliário. E existe um déficit real de moradias – 5,6 milhões de unidades (metade na faixa de renda de até cinco salários mínimos). Os especialistas também descartam uma bolha semelhante à americana porque, aqui, o crédito é concedido de forma muito diferente do que se via nos Estados Unidos. “No Brasil se financia entre 70% e 80% do valor do imóvel” detalha Lima Jr. “O mercado norte-americano”, compara, “financia perto de 95% do preço das unidades”. No auge da especulação nos EUA chegou-se a oferecer 110% de financiamento. Cadastros de mutuários foram fraudados para serem aprovados mais facilmente pelos bancos. As instituições financeiras, por sua vez, geravam papéis lastreados em pagamentos futuros das hipotecas. Quem comprou os papéis não tinha nada. Só a promessa de receber a quantia devida por quem fez o financiamento. Quando a inadimplência começou, tudo desmoronou. “O crédito brasileiro é concedido com muito cuidado. Exige-se uma papelada enorme, nome limpo. Tudo é checado”, afirma Gallo. Some-se a isso o sonho da nova classe média: ter uma casa própria. “O brasileiro não financia um imóvel como investimento. A maioria da população quer um imóvel para morar”, afirma o vice-presidente do Sinduscon-SP, Odair Senra.
Compro ou não?
Agora, depois de ler esse texto todo, o que você quer mesmo saber é: devo comprar um imóvel agora ou devo esperar? Ninguém arrisca essa resposta pois ela não é única. Depende do seu interesse. Veja em que perfil você se enquadra:
1) Encontrei o imóvel dos meus sonhos, sei que ele está com um preço salgado, mas realmente gostaria de morar nele.
Então, nesse caso a resposta é: compre. Seja rápido para conseguir o crédito pois há uma crise no horizonte europeu. “Se a Itália quebrar, arrastará com elas bancos franceses e alemães. Isso fará com que o crédito se retraia no mundo inteiro”, afirma o professor de Finanças da Fundação Getúlio Vargas, Samy Dana.
2) Gostaria de comprar um imóvel para investir.
Talvez não seja a hora de comprar imóveis residenciais para investir. “Alguns produtos em faixa de renda específica apresentem alta de preço muito acima de outros ativos econômicos”, afirma o professor João da Rocha Lima Jr, do Núcleo de Real Estates do Instituto Politécnico da USP. Samy Dana, da FGV, faz um cálculo simples, usando como exemplo o mercado de São Paulo. Imagine que um apartamento de 100 m² custe R$ 1 milhão. Se for alugar ela consegue entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil por mês”, continua. “Se for colocar na Poupança esse dinheiro rende a ela 5 mil reais, ou seja, o dobro”. Só valeria a pena comprar imóveis que possam ser alugados como escritórios ou clínicas de saúde. O retorno nos alugueis chega a ser de 1,2% do valor do imóvel nas grandes capitais.
3) Gostaria de comprar um imóvel para morar, mas não tenho pressa.
Então, aguarde. “Após a Copa de 2014, o mercado deve voltar a um patamar mais racional”, comenta Dana. Os preços dos imóveis super, valorizados devem cair. Só não haverá grande mudança para o mercado da classe “C” e empreendimentos como o “Minha Casa, Minha Vida”, afirma Lima Jr. “São produtos com margens muito estreitas”. Além disso, não há especuladores nesse segmento
A prospecção de clientes é uma entre várias ações existentes nas estratégias de marketing e vendas. Tão importante quanto prospectar novos clientes, é manter os clientes atuais.
Eis as dez dicas:
1. A prospecção de clientes é uma entre várias ações existentes nas estratégias de marketing e vendas. Tão importante quanto prospectar novos clientes, é manter os clientes atuais.
2. O objetivo não é apenas atender as necessidades dos clientes, mas superar suas expectativas e agregar valor ao que é oferecido.
3. Todos querem atenção e serem respeitados, ouvidos e atendidos. As empresas que focarem o quesito Excelência no Atendimento como sua maior responsabilidade irão se diferenciar no mercado.
4. Lembre-se, um bom atendimento depende de um excelente relacionamento. Relacionamentos conturbados ou frustrantes têm curta duração. Para que ocorra um excelente relacionamento sua empresa deve ter como missão, superar as expectativas de seus clientes.
5. Para os clientes, amigos são aqueles que realmente se interessam em atender às suas necessidades, em tratá-los com a devida consideração, respeitando os valores pessoais de cada um. 6. É possível agregar valor ao estabelecimento, otimizando o tempo, agilizando o atendimento, facilitando o acesso, tendo praticidade, cordialidade e simpatia.
7. O diferencial para o cliente não é apenas o valor pago no produto ou serviço adquirido, mas o valor percebido e que será demonstrado mediante o índice de sua satisfação.
8. Satisfazer um cliente não é necessariamente vender por um bom preço, como muitos acham. É saber valorizar o interesse, idéia, opinião e desejo do cliente pelo produto ou serviço.
9. Atendimentos viciosos não costumam ser produtivos, espantam os clientes, inibem, não agregam valor ao produto, não criam interesse e apenas despertam o “deixar para depois”.
10. Não existem fórmulas mágicas para vender bem, vender mais ou vender melhor. Existem atitudes que colaboram para todas estas melhorias. A atitude de estar disposto a aprender. Aprender com os erros, aprender e melhorar ainda mais com os próprios acertos, aprender a observar, ouvir, questionar e colaborar.
A Caixa Econômica Federal, utilizando-se de recursos provenientes do FGTS (Fundo de Garantia do Tempos de Serviço), assinará nesta quinta-feira (20) um contrato para securitizar a sua carteira imobiliária no volume total de R$ 1,5 bilhão, de modo a fortalecer o mercado secundário de crédito imobiliário e angariar recursos para gerar funding a novos créditos, anunciou nesta manhã.
“É a maior operação na modalidade já realizada, e está lastreada em mais de 30 mil créditos imobiliários, concedidos pela Caixa, e cedidos à Gaia Securitizadora”, complementa a instituição.
Vendas de certificados
Segundo a Caixa, neste ano já foram recebidas doze propostas de venda de CRIs (Certificado de Recebível Imobiliário) ao FGTS, totalizando R$ 6,2 bilhões, sendo que destas seis foram selecionadas e o restante, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguarda encaminhamento das propostas finais para a concretização da compra.
O número de imóveis residenciais alugados no estado de São Paulo voltou a subir em julho de 2011, na comparação com o mês anterior.
Segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), divulgados nesta quarta-feira (19), a locação registrou alta de 26,06%.
Os dados, coletados em imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital paulista, identificaram que foram alugadas 1.659 casas e 1.398 apartamentos no período.
Análise por região
O número de imóveis alugados no primeiro semestre aumentou nas quatro regiões do estado, sendo que na capital foi identificada a maior alta, de 40,6%. No litoral, a alta foi de 27,48%, na região formada pelas cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema) mais Guarulhos e Osasco, por sua vez, de 22,94% e, no Interior, de 17,24%.
Preferências
Os imóveis com aluguel até R$ 800 foram os preferidos em julho no interior, litoral e ABCD mais Guarulhos e Osasco, onde tiveram participação de 58,66%, 58,24% e 61,38%, respectivamente, no total das locações. Na Capital a preferência foi por imóveis com aluguéis de até R$ 1.200,00, com participação de 52,86%.
Imóveis com aluguel até R$ 200,00 não tiveram representatividade na Capital e no ABCD mais Guarulhos e Osaco, conforme a tabela abaixo:
| Valor do aluguel | Capital | Interior | ABCDGO* | Litoral |
|---|---|---|---|---|
| Até R$ 200 | nulo | 0,09% | nulo | 1,10% |
| De R$ 201 a R$ 400 | 11,72% | 25,50% | 21,21% | 14,84% |
| De R$ 401 a R$ 600 | 14,53% | 20,89% | 27,01% | 19,23% |
| De R$ 601 a R$ 800 | 10,31% | 12,18% | 13,17% | 23,08% |
| De R$ 801 a R$ 1000 | 8,72% | 9,57% | 10,49% | 12,09% |
| De R$ 1000 a R$ 2000 | 21,17% | 4,79% | 28,13% | 29,67% |
| Acima de R$ 2000 | 33,55% | 16,10% | - | - |
| Fonte: Creci-SP *Regiões do ABCD mais Osasco e Guarulhos |
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