mar 02 2010

Opção para diversificar sua renda

Categoria: Geralblogevendas @ 12:16

Fonte: O Estado de São Paulo

O investimento em imóveis está entre os preferidos dos brasileiros. Nos últimos 3 anos, enquanto o preço dos imóveis avançou 85%, o Ibovespa subiu 47,8%.

No ambiente em que as pessoas se preocupam cada vez mais com a renda depois da aposentadoria, o segmento imobiliário surge como opção para a poupança de longo prazo.

Especialistas indicam o segmento como uma alternativa para aumentar a renda na terceira idade. No caso de uma crise, o pior efeito é a perda do inquilino, não do patrimônio, enquanto alguns produtos financeiros podem trazer até perdas totais. Atualmente, o aluguel mensal equivale cerca de 0,5% do valor do imóvel. Em geral, imóveis pequenos, como salas comerciais e apartamentos de dois dormitórios, são os mais indicados, pois tem três características: oferecem retornos mais atrativos, têm muita procura- não ficam desocupados por muito tempo- e se encaixam na estratégia de diversificação da carteira (por causa do valor). A porcentagem de retorno tende a diminuir em imóveis de valor elevado.

  1. Apartamento entre 8 e 15 anos com padrão médio (um a quatro apartamentos por andar, azulejos decorados, carpete sobre cimento ou taco, cerâmica simples, etc.)na zona A, que inclui Alto de Pinheiros, Campo Belo, Higienópolis , entre outros bairros.
  2. Última pesquisa divulgada.

Fonte: Creci

Uma alternativa é optar pelos produtos financeiros ligados aos imóveis. Os fundos imobiliários negociados em bolsa de valores permitem, com um valor pequeno, investir num conjunto de imóveis.
Nessa aplicação, por cotas a partir de R$ 1 mil, o investidor recebe mensalmente o rendimento do aluguel proporcional ao número de cotas que possui, uma vantagem é que fundos imobiliários envolvem grandes imóveis, em que a inadimplência aspira ser menor que com uma quantia pequena, compra-se um pedaço de um grande imóvel. Outro benefício é a isenção de Imposto de Renda para as pessoas físicas.
Quem fizer a opção por um imóvel físico deve saber que questões devem ser observadas. Entre elas, as despesas de condomínios e impostos. Geralmente, elas são de responsabilidade do locatário, e se ele não pagar, o imóvel será onerado e quem perderá é o proprietário. A recomendação é de que esses custos sejam adicionados ao valor do aluguel, mas pagos pelo dono do imóvel; despesas como ampliação da infraestrutura do condomínio também são de responsabilidade do proprietário.

O artigo completo no site:

http://economia.estadao.com.br/noticias/not_5250.htm


fev 23 2010

Crédito Imobiliário bate recordes e bancos preveem mais expansão

Categoria: Geralblogevendas @ 11:49

Fonte: Estadão

Plantão de Vendas da Evendas no empreendimento Golden Park.

    O brasileiro nunca financiou tanto imóvel como em 2009, e a tendência é bater novos recordes. O fato é que o setor vive seu melhor momento na história recente, que já leva os bancos a discutir alternativas de recursos para bancar a ampliação. Hoje, a maior parte do dinheiro (cerca de 70%) vem da caderneta de poupança, mas essa fonte deve se esgotar, dependendo da instituição financeira, já em 2011.

    Segundo o diretor geral da Montreal Informática, Luis Antônio Santos (trabalha com soluções tecnológicas para diversos setores, como o imobiliário, dentre eles os principais bancos), o Brasil é a bola da vez como mercado para experimentar uma forte expansão do crédito imobiliário.

    O diretor de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, Luiz França, que também preside a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), lista os fatores que ilustram o desempenho atual e as boas perspectivas:

  • Segurança jurídica, obtida com a mudança da retomada do imóvel em caso de inadimplência.
  • Alongamento dos prazos de financiamento para até 30 anos, que permitiu a redução das prestações mensais.
  • Estabilidade da economia.

    Essas condições mais estáveis abriram caminho para a queda dos juros e também elevaram o poder aquisitivo da população (como mostra a ascensão de milhões de brasileiros à classe C), o que reduz o calote. Um fator é o programa do governo Minha Casa, Minha Vida.

Nesse ambiente, os bancos privados, que sempre foram reticentes em investir no mercado imobiliário, mostram grande apetite. Na média, prevêem alta de 30% a 40% nos empréstimos este ano. Em 2009, segundo o Banco Central, o crédito para a habitação avançou 41,5% ante 14,9% do crédito total.

Artigo completo no site:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100223/not_imp514694,0.php


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